Arqueologia
terça-feira, 8 de maio de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Graduação em Arqueologia
Os arqueólogos são sempre lembrados pelas grandes escavações realizadas ao redor do mundo em busca de objetos antigos que revelem mistérios do passado. No Brasil, existem quase 12 mil sítios arqueológicos catalogados atualmente. Cada um deles abriga figuras rupestres ou objetos de sociedades primitivas que viveram em solo brasileiro.
No mercado de trabalho é onde começa a contradição, pois apesar de ser um campo de estudo muito amplo e também haver poucos profissionais atuantes, o mercado de trabalho para esses profissionais ainda é um pouco restrito. A grande culpada por essa limitação ao desempenho da função é a falta de incentivo à pesquisa na área. Mas, uma boa notícia: com o surgimento de leis ambientais, a presença do profissional em processos de impacto ambiental aumentou. Para os interessados em seguir a carreira, ficam algumas dicas:
1. Os principais sítios arqueológicos estão em Minas Gerais, Piauí e Goiás;
2. Há mais oportunidades de emprego na área de preservação e recuperação do patrimônio histórico cultural;
3. A atuação junto a empresas de engenharia do setor privado é uma área que tem crescido bastante.
No Brasil não são muitas as faculdades que oferecem curso de graduação em Arqueologia, contudo, a oferta aumentou bastante nos últimos anos. Cursos de graduação, graduação com habilitação, pós e até de extensão. Desta forma, os cursos oferecem diferentes perfis para a mesma formação àqueles que decidirem seguir carreira.
Instituições de ensino
Região Centro-OesteGoiás: PUC-Goiás
Região NordestePernambuco: UFPEPiauí: UFPI, Univasf (São Raimundo Nonato)Sergipe: UFS
Região NorteAmazonas: UEARondônia: UNIR
Região Sul:Rio Grande do Sul: UFPel, FURG
No mercado de trabalho é onde começa a contradição, pois apesar de ser um campo de estudo muito amplo e também haver poucos profissionais atuantes, o mercado de trabalho para esses profissionais ainda é um pouco restrito. A grande culpada por essa limitação ao desempenho da função é a falta de incentivo à pesquisa na área. Mas, uma boa notícia: com o surgimento de leis ambientais, a presença do profissional em processos de impacto ambiental aumentou. Para os interessados em seguir a carreira, ficam algumas dicas:
1. Os principais sítios arqueológicos estão em Minas Gerais, Piauí e Goiás;
2. Há mais oportunidades de emprego na área de preservação e recuperação do patrimônio histórico cultural;
3. A atuação junto a empresas de engenharia do setor privado é uma área que tem crescido bastante.
No Brasil não são muitas as faculdades que oferecem curso de graduação em Arqueologia, contudo, a oferta aumentou bastante nos últimos anos. Cursos de graduação, graduação com habilitação, pós e até de extensão. Desta forma, os cursos oferecem diferentes perfis para a mesma formação àqueles que decidirem seguir carreira.
Instituições de ensino
Região Centro-OesteGoiás: PUC-Goiás
Região NordestePernambuco: UFPEPiauí: UFPI, Univasf (São Raimundo Nonato)Sergipe: UFS
Região NorteAmazonas: UEARondônia: UNIR
Região Sul:Rio Grande do Sul: UFPel, FURG
Arqueólogos Acham Canhões na Zona Portuária
Uma equipe de arqueólogos do Museu Nacional descobriu na segunda-feira, na Zona Portuária, dois canhões que podem ser os mais antigos do Brasil. Os trabalhos, coordenados pela professora Tânia Andrade Lima, fazem parte do monitoramento arqueológico realizado no decorrer do projeto Porto Maravilha, de revitalização da Zona Portuária.
Os dois canhões, em princípio, são ingleses e do século 17. De acordo com Tânia, há a possibilidade, porém, de serem do século 16:
— Isso os tornaria, talvez, os mais antigos do Brasil. Com certeza são os mais antigos do Rio. Estávamos escavando os trapiches do século 19 que existem ao longo da Rua Sacadura Cabral e, inesperadamente, surgiram essas peças. Os equipamentos faziam parte de uma bateria de canhões que ficava ao longo da praia, no pé do Morro da Conceição.
Os armamentos teriam servido para defender as terras cariocas de invasões. Era, segundo a arqueóloga, parte de um sistema de defesa que funcionava ao longo da costa. Agora, os profissionais do Museu Nacional vão começar as análises técnicas para detalhar a história dos objetos.
A equipe é a mesma que, desde março de 2011, pesquisa o material arqueológico encontrado no Cais do Valongo, ali perto, ao longo da Avenida Barão de Tefé. Os pesquisadores já conseguiram retirar objetos que permitem remontar como era o cotidiano dos escravos que chegavam da África, como mera mercadoria, na primeira metade do século 19. Os materiais resgatados do solo mostram, sobretudo, como os negros tentavam proteger seus corpos diante do tratamento imposto por portugueses e ciganos especializados na compra e venda de escravos.
Depois das escavações, deve ser erguido no local um memorial da diáspora africana.
http://oglobo.globo.com/rio/arqueologos-acham-canhoes-de-pelo-menos-400-anos-na-zona-portuaria-3966243#ixzz1mZMVYDcL
Os dois canhões, em princípio, são ingleses e do século 17. De acordo com Tânia, há a possibilidade, porém, de serem do século 16:
— Isso os tornaria, talvez, os mais antigos do Brasil. Com certeza são os mais antigos do Rio. Estávamos escavando os trapiches do século 19 que existem ao longo da Rua Sacadura Cabral e, inesperadamente, surgiram essas peças. Os equipamentos faziam parte de uma bateria de canhões que ficava ao longo da praia, no pé do Morro da Conceição.
Os armamentos teriam servido para defender as terras cariocas de invasões. Era, segundo a arqueóloga, parte de um sistema de defesa que funcionava ao longo da costa. Agora, os profissionais do Museu Nacional vão começar as análises técnicas para detalhar a história dos objetos.
A equipe é a mesma que, desde março de 2011, pesquisa o material arqueológico encontrado no Cais do Valongo, ali perto, ao longo da Avenida Barão de Tefé. Os pesquisadores já conseguiram retirar objetos que permitem remontar como era o cotidiano dos escravos que chegavam da África, como mera mercadoria, na primeira metade do século 19. Os materiais resgatados do solo mostram, sobretudo, como os negros tentavam proteger seus corpos diante do tratamento imposto por portugueses e ciganos especializados na compra e venda de escravos.
Depois das escavações, deve ser erguido no local um memorial da diáspora africana.
http://oglobo.globo.com/rio/arqueologos-acham-canhoes-de-pelo-menos-400-anos-na-zona-portuaria-3966243#ixzz1mZMVYDcL
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
O que é Arqueologia?
Arqueologia é uma ciência social que estuda a sociedade. Não só do passado, mas também do presente.
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